O que é que Jesus precisa fazer para você crer nele?
O que é que Jesus precisa fazer para você crer nele? Se Jesus curasse você do câncer, você creria? E se Jesus lhe desse um emprego? E se você ganhasse na loteria? O que será que Deus quer que você faça para que você consiga o que deseja?
Muitas perguntas, não é? Muitas vezes somos tentados a exigir de Jesus muitas provas para que possamos confiar nele. Nada mais natural num mundo que cada vez mais procura “provas” para acreditar em algo.
No Evangelho de João, capítulo 6, uma multidão, que pouco tempo antes havia sido alimentada milagrosamente por Jesus, faz perguntas e quer provas. Jesus responde, no versículo 29: “Ele, Deus, quer que vocês creiam naquele que ele enviou.”
Mas esta resposta não parecia suficiente. O povo queria mais provas de que Jesus era o Filho de Deus, de que poderiam confiar nele.
De quantas provas você precisa? Quantas perguntas você tem a fazer? Será que elas não são uma simples fuga de Jesus? Será que não é porque é difícil aceitar que Deus oferece perdão e vida de graça? Será que o nosso orgulho, nossa vontade de fazer algo, nosso desejo de sermos merecedores da salvação, não nos impede de simplesmente crer?
Jesus põe um fim em nossas fugas. Ele simplesmente diz: Confiem em mim e vocês vão ter o pão da vida (Jo 6.35). Creiam em mim e vocês terão a vida eterna (Jo 11.26). E para isso Jesus fez o maior milagre: Ele deu sua vida para que nós tenhamos o perdão e a paz com Deus e ressuscitou para que nós tenhamos a certeza da nossa ressurreição. Sem trocas e sem méritos nossos. A morte e ressurreição de Jesus são a maior prova de que Deus nos ama.
Não precisamos nos esconder. Podemos parar de lutar com nosso orgulho e com nossas desconfianças. Deus quer que creiamos naquele que ele enviou para nos salvar.
O que é que Jesus precisa fazer para você crer nele?
“Todos os que pedirem a ajuda do Senhor serão salvos” (Rm10.13)
Pastor: André Klein
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
domingo, 10 de agosto de 2008
Coral Da Paz canta: "Cristo para todos"
Coral Da Paz canta: "Cristo para todos" no dia 10 de agosto de 2008 Dia dos Pais. O culto contou com 87 pessoas.
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sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Mensagem Semanal
O BEIJO DO PAI
Era a primeira vez que o pedreiro Romualdo comparecia a uma reunião da escola. Dona Rejane, a diretora, insistiu na necessidade de os pais comparecerem sempre às reuniões do colégio, mesmo sabendo que muitos deles não podiam ir.
A diretora ficou surpresa quando Romualdo explicou, na sua humildade, que ele quase não tinha chances de falar com o filho. Ele saía muito cedo para trabalhar e, à noite, quando voltava, o filho já estava dormindo. Assim mesmo, ia até a cama dele e dava-lhe um beijo. E para que seu filho soubesse da visita e do beijo, dava um nó na ponta do lençol que o cobria. De manhã, ao acordar, o filho ficava sabendo carinho do pai.
Dona Rejane se deu conta de que o filho de Romualdo era um dos melhores alunos da escola e sempre dissera ser muito amado pelos pais.
O tempo é muito importante na educação, e a ausência dos pais é muito sentida pelos filhos. Às vezes eles têm a impressão de serem órfãos de pais vivos. Mas o tempo não é tudo. Há pais e mães que têm muito tempo para ficar em casa com os seus filhos, sem que isso em nada resulte de positivo. Quando a novela, o futebol ou mesmo o trabalho ocupam todo o tempo, de nada adianta a presença física.
Existe o tempo “quantidade” e o tempo “qualidade”. Romualdo tinha pouco quantidade de tempo, mas ele o qualificava. Mesmo assim, os pais precisam avaliar como gastam seu tempo.
A sobrevivência econômica é um dado impossível de ignorar. No entanto, uma avaliação correta mostrara que outras coisas também são importantes. Mais tarde, se os pais, angustiados, se perguntarem: onde foi que erramos? O que fizemos? Talvez a resposta passe por este ponto: o que foi mesmo que deixamos de fazer?
(Texto extraído do livro: “Abrindo Caminhos”)
“Ensinem seus filhos no caminho em que devem andar, e, ainda quando forem velhos, não se desviarão dele.” (Pv 22.6)
Pastor: André Klein
Era a primeira vez que o pedreiro Romualdo comparecia a uma reunião da escola. Dona Rejane, a diretora, insistiu na necessidade de os pais comparecerem sempre às reuniões do colégio, mesmo sabendo que muitos deles não podiam ir.
A diretora ficou surpresa quando Romualdo explicou, na sua humildade, que ele quase não tinha chances de falar com o filho. Ele saía muito cedo para trabalhar e, à noite, quando voltava, o filho já estava dormindo. Assim mesmo, ia até a cama dele e dava-lhe um beijo. E para que seu filho soubesse da visita e do beijo, dava um nó na ponta do lençol que o cobria. De manhã, ao acordar, o filho ficava sabendo carinho do pai.
Dona Rejane se deu conta de que o filho de Romualdo era um dos melhores alunos da escola e sempre dissera ser muito amado pelos pais.
O tempo é muito importante na educação, e a ausência dos pais é muito sentida pelos filhos. Às vezes eles têm a impressão de serem órfãos de pais vivos. Mas o tempo não é tudo. Há pais e mães que têm muito tempo para ficar em casa com os seus filhos, sem que isso em nada resulte de positivo. Quando a novela, o futebol ou mesmo o trabalho ocupam todo o tempo, de nada adianta a presença física.
Existe o tempo “quantidade” e o tempo “qualidade”. Romualdo tinha pouco quantidade de tempo, mas ele o qualificava. Mesmo assim, os pais precisam avaliar como gastam seu tempo.
A sobrevivência econômica é um dado impossível de ignorar. No entanto, uma avaliação correta mostrara que outras coisas também são importantes. Mais tarde, se os pais, angustiados, se perguntarem: onde foi que erramos? O que fizemos? Talvez a resposta passe por este ponto: o que foi mesmo que deixamos de fazer?
(Texto extraído do livro: “Abrindo Caminhos”)
“Ensinem seus filhos no caminho em que devem andar, e, ainda quando forem velhos, não se desviarão dele.” (Pv 22.6)
Pastor: André Klein
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sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Mensagem Semanal
AMAR
A pequena Deisi participava de uma atividade em que as crianças deveriam escrever uma carta para Deus. O recado dela, então, foi o seguinte: “Querido Deus, eu aposto que é muito difícil pra você amar todas as pessoas do mundo. Há apenas quatro pessoas na minha família e eu já acho tão difícil amá-las!” (“Cartas de crianças para Deus – nova coleção” Paul Larsen).
Ela está certa. É difícil. E o autor bíblico de Hebreus, no capítulo 13, versículo 1º (NTLH) ainda nos pede: “Continuem a amar uns aos outros como irmãos em Cristo”. Será que ele tem noção do que está pedindo?
Ele tem. Não porque ache fácil ou desconsidere a nossa realidade de isolamento, ênfase no individualismo, busca dos próprios interesses e uso do outro para fins próprios. Isto não é nada novo. É tão antigo quanto a convivência. Talvez agora esteja apenas elevado a uma potência muito maior.
A noção presente em seu conselho, assim, é de quem sabe que o amor ao próximo como irmão, já ensinado anteriormente pelas leis do Antigo Testamento e enfatizado por Cristo, é o único meio eficaz para unir duas pontas. É como a correia que pode fazer duas rodas andarem juntas. É como o cabo que pode unir dois computadores.
E por ser tão difícil, como a pequena Deisi mostrou em seu texto, é que a lembrança contínua é fundamental. A fé em Jesus nos torna irmãos, e este pertencer à mesma família é um elo de amor. Um jogador não entrega o título ao adversário quando descobre que é forte. Luta sempre, para vencer. Nosso inimigo semeador do ódio e da indiferença é forte. Mas muito mais poderoso é o nosso Deus que nos mostra como amar e agir em direção ao outro.
Amar não é fácil. Mas é proveitoso. Não dá para acertar sempre, mas dá para sempre lutar. Jesus nos amou de tal maneira que morreu na cruz em nosso lugar. E ele ressuscitou para nos garantir a vida eterna. Envolvidos por este grande amor, somos capacitados a verdadeiramente amar.
Oração: Querido Deus, deve ser difícil para ti me amar, mesmo com meus defeitos. Perdoa-me e ajuda-me a crer em teu amor e a reparti-lo com meu irmão. Amém
Pastor: André Klein
A pequena Deisi participava de uma atividade em que as crianças deveriam escrever uma carta para Deus. O recado dela, então, foi o seguinte: “Querido Deus, eu aposto que é muito difícil pra você amar todas as pessoas do mundo. Há apenas quatro pessoas na minha família e eu já acho tão difícil amá-las!” (“Cartas de crianças para Deus – nova coleção” Paul Larsen).
Ela está certa. É difícil. E o autor bíblico de Hebreus, no capítulo 13, versículo 1º (NTLH) ainda nos pede: “Continuem a amar uns aos outros como irmãos em Cristo”. Será que ele tem noção do que está pedindo?
Ele tem. Não porque ache fácil ou desconsidere a nossa realidade de isolamento, ênfase no individualismo, busca dos próprios interesses e uso do outro para fins próprios. Isto não é nada novo. É tão antigo quanto a convivência. Talvez agora esteja apenas elevado a uma potência muito maior.
A noção presente em seu conselho, assim, é de quem sabe que o amor ao próximo como irmão, já ensinado anteriormente pelas leis do Antigo Testamento e enfatizado por Cristo, é o único meio eficaz para unir duas pontas. É como a correia que pode fazer duas rodas andarem juntas. É como o cabo que pode unir dois computadores.
E por ser tão difícil, como a pequena Deisi mostrou em seu texto, é que a lembrança contínua é fundamental. A fé em Jesus nos torna irmãos, e este pertencer à mesma família é um elo de amor. Um jogador não entrega o título ao adversário quando descobre que é forte. Luta sempre, para vencer. Nosso inimigo semeador do ódio e da indiferença é forte. Mas muito mais poderoso é o nosso Deus que nos mostra como amar e agir em direção ao outro.
Amar não é fácil. Mas é proveitoso. Não dá para acertar sempre, mas dá para sempre lutar. Jesus nos amou de tal maneira que morreu na cruz em nosso lugar. E ele ressuscitou para nos garantir a vida eterna. Envolvidos por este grande amor, somos capacitados a verdadeiramente amar.
Oração: Querido Deus, deve ser difícil para ti me amar, mesmo com meus defeitos. Perdoa-me e ajuda-me a crer em teu amor e a reparti-lo com meu irmão. Amém
Pastor: André Klein
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domingo, 27 de julho de 2008
Mensagem Semanal
TUDO O QUE DEUS FAZ É BOM !
Como você está? Como está a tua vida?
Neste mundo passamos por momentos bons e também por momentos ruins... Mas em todos estes momentos podemos ter a certeza da presença de Deus. Para lhes mostrar isso conto lhes a seguinte história:
Há muito tempo, num Reino distante, havia um Rei que não acreditava na bondade de Deus, nem que Deus se preocupasse com a vida dos seres humanos. Tinha, porém, um súdito que sempre lhe lembrava dessa verdade. Em todas situações dizia:
- Meu Rei, não desanime, porque tudo o que Deus faz é bom!
Um dia, o Rei saiu para caçar juntamente com seu súdito, e um animal selvagem atacou o Rei. O súdito conseguiu matar o animal, porem não evitou que sua Majestade perdesse o dedo mínimo da mão direita. O Rei, furioso pelo que havia acontecido, e sem mostrar agradecimento por ter sua vida salva pelos esforços de seu servo, perguntou a este:
- E agora, o que você me diz? Deus é bom? Se Deus fosse bom eu não teria sido atacado, e não teria perdido o meu dedo.
O servo respondeu:
- Meu Rei, apesar de todas essas coisas, somente posso dizer-lhe que tudo que Deus faz é bom, e que mesmo isso, perder um dedo, é para seu bem!
O Rei, indignado com a resposta do súdito, mandou que fosse preso na cela mais escura e mais suja da prisão.
Após algum tempo, o Rei saiu novamente para caçar e aconteceu dele ser atacado, desta vez por uma tribo de índios que vivia na selva. Estes índios eram temidos por todos, pois sabia-se que faziam sacrifícios humanos para seus deuses.
Mal prenderam o Rei, passaram a preparar, cheios de júbilo e alegria, o ritual do sacrifício. Quando já estava tudo pronto, e o Rei já estava diante do altar, o sacerdote indígena, ao examinar a vítima, observou furioso:
- Este homem não pode ser sacrificado, pois é defeituoso! Falta-lhe um dedo!
E o Rei foi libertado. Ao voltar para o palácio, muito alegre e aliviado, libertou seu súdito e pediu que viesse em sua presença. Ao ver o servo, abraçou-o afetuosamente dizendo-lhe
-- Meu Caro, Deus foi realmente bom comigo! Contou lhe então a historia de que escapara da morte justamente porque não tinha um dos dedos.
Mas ainda tenho em meu coração uma grande dúvida, disse o Rei:
-Se Deus é tão bom, por que permitiu que você fosse preso da maneira como foi? Logo você, que tanto o defendeu?
O servo sorriu e disse:
- Meu Rei, se eu estivesse junto contigo nessa caçada, certamente seria sacrificado em teu lugar, pois não me falta dedo algum!
Portanto, lembre-se sempre:
TUDO O QUE DEUS FAZ É BOM !
“Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus” (Rm 8.28)
Pastor: André Klein
Como você está? Como está a tua vida?
Neste mundo passamos por momentos bons e também por momentos ruins... Mas em todos estes momentos podemos ter a certeza da presença de Deus. Para lhes mostrar isso conto lhes a seguinte história:
Há muito tempo, num Reino distante, havia um Rei que não acreditava na bondade de Deus, nem que Deus se preocupasse com a vida dos seres humanos. Tinha, porém, um súdito que sempre lhe lembrava dessa verdade. Em todas situações dizia:
- Meu Rei, não desanime, porque tudo o que Deus faz é bom!
Um dia, o Rei saiu para caçar juntamente com seu súdito, e um animal selvagem atacou o Rei. O súdito conseguiu matar o animal, porem não evitou que sua Majestade perdesse o dedo mínimo da mão direita. O Rei, furioso pelo que havia acontecido, e sem mostrar agradecimento por ter sua vida salva pelos esforços de seu servo, perguntou a este:
- E agora, o que você me diz? Deus é bom? Se Deus fosse bom eu não teria sido atacado, e não teria perdido o meu dedo.
O servo respondeu:
- Meu Rei, apesar de todas essas coisas, somente posso dizer-lhe que tudo que Deus faz é bom, e que mesmo isso, perder um dedo, é para seu bem!
O Rei, indignado com a resposta do súdito, mandou que fosse preso na cela mais escura e mais suja da prisão.
Após algum tempo, o Rei saiu novamente para caçar e aconteceu dele ser atacado, desta vez por uma tribo de índios que vivia na selva. Estes índios eram temidos por todos, pois sabia-se que faziam sacrifícios humanos para seus deuses.
Mal prenderam o Rei, passaram a preparar, cheios de júbilo e alegria, o ritual do sacrifício. Quando já estava tudo pronto, e o Rei já estava diante do altar, o sacerdote indígena, ao examinar a vítima, observou furioso:
- Este homem não pode ser sacrificado, pois é defeituoso! Falta-lhe um dedo!
E o Rei foi libertado. Ao voltar para o palácio, muito alegre e aliviado, libertou seu súdito e pediu que viesse em sua presença. Ao ver o servo, abraçou-o afetuosamente dizendo-lhe
-- Meu Caro, Deus foi realmente bom comigo! Contou lhe então a historia de que escapara da morte justamente porque não tinha um dos dedos.
Mas ainda tenho em meu coração uma grande dúvida, disse o Rei:
-Se Deus é tão bom, por que permitiu que você fosse preso da maneira como foi? Logo você, que tanto o defendeu?
O servo sorriu e disse:
- Meu Rei, se eu estivesse junto contigo nessa caçada, certamente seria sacrificado em teu lugar, pois não me falta dedo algum!
Portanto, lembre-se sempre:
TUDO O QUE DEUS FAZ É BOM !
“Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus” (Rm 8.28)
Pastor: André Klein
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sexta-feira, 18 de julho de 2008
Mensagem Semanal
A BORBOLETA
Problemas, momentos difíceis... Talvez você esteja passando, ou tenha passado por algo semelhante nestes últimos dias...
Por isso, convido-lhes a meditar comigo na história: “A borboleta”.
Um dia, uma pequena abertura apareceu no casulo, e certo homem sentou-se próximo a ele e observou a borboleta por várias horas se esforçando para se libertar daquele casulo.
Então ela parou de se esforçar por alguns instantes. Parecia que avançara o máximo que podia. O homem decidiu ajudar a borboleta: pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo.
A borboleta saiu facilmente, mas seu corpo estava murcho, era pequena e tinha as asas amassadas. O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem para serem capazes de suportar seu corpo.
Mas nada aconteceu a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com o corpo murcho e as asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar. O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário para passar através da pequena abertura eram o modo que Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas tornando-as prontas para voar uma vez que estivesse livre do casulo.
Algumas vezes, o esforço e o sacrifício são justamente o que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, Ele nos deixaria aleijados. Nós não seriamos tão fortes como poderíamos ter sido.
● Eu pedi força... E Deus me deu dificuldades para me fazer forte.
● Eu pedi sabedoria... E Deus me deu problemas para resolver.
● Eu pedi prosperidade... E Deus me deu cérebro e músculos para trabalhar.
● Eu pedi coragem... E Deus me deu perigo para superar.
● Eu não recebi nada que pedi... Mas recebi tudo o que precisava.
Pense nisto e agradeça a Deus por tudo que ele tem feito por você...
Pastor: André Klein
Problemas, momentos difíceis... Talvez você esteja passando, ou tenha passado por algo semelhante nestes últimos dias...
Por isso, convido-lhes a meditar comigo na história: “A borboleta”.
Um dia, uma pequena abertura apareceu no casulo, e certo homem sentou-se próximo a ele e observou a borboleta por várias horas se esforçando para se libertar daquele casulo.
Então ela parou de se esforçar por alguns instantes. Parecia que avançara o máximo que podia. O homem decidiu ajudar a borboleta: pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo.
A borboleta saiu facilmente, mas seu corpo estava murcho, era pequena e tinha as asas amassadas. O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem para serem capazes de suportar seu corpo.
Mas nada aconteceu a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com o corpo murcho e as asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar. O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário para passar através da pequena abertura eram o modo que Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas tornando-as prontas para voar uma vez que estivesse livre do casulo.
Algumas vezes, o esforço e o sacrifício são justamente o que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, Ele nos deixaria aleijados. Nós não seriamos tão fortes como poderíamos ter sido.
● Eu pedi força... E Deus me deu dificuldades para me fazer forte.
● Eu pedi sabedoria... E Deus me deu problemas para resolver.
● Eu pedi prosperidade... E Deus me deu cérebro e músculos para trabalhar.
● Eu pedi coragem... E Deus me deu perigo para superar.
● Eu não recebi nada que pedi... Mas recebi tudo o que precisava.
Pense nisto e agradeça a Deus por tudo que ele tem feito por você...
Pastor: André Klein
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sexta-feira, 11 de julho de 2008
Mensagem Semanal
O Barbeiro
Muito se fala sobre a existência ou não de Deus.
Talvez você seja uma pessoa que duvide da existência de Deus, ou que ainda não encontrou uma forte razão para crer nele.
Por isso, neste primeira mensagem, que a partir de hoje estará com vocês semanalmente, conto-lhes a história de um homem foi ao seu barbeiro.
E enquanto tinha seus cabelos cortados conversava com ele. Falava da vida e de Deus. Dai a pouco, o barbeiro incrédulo não agüentou e falou:
- Deixa disso, meu caro amigo, Deus não existe!
- Por quê você diz isto? Perguntou o homem.
E o barbeiro respondeu:
- Ora, se Deus existisse não haveria tantos miseráveis passando fome! Olhe em volta e veja quanta tristeza. É só andar pelas ruas e ver!
- Bem, esta é a sua maneira de pensar, não é? Disse o homem.
- Sim, claro! Replicou o barbeiro.
O freguês pagou o corte e foi saindo, quando avistou um maltrapilho imundo, com longos e feios cabelos, barba desgrenhada, suja, abaixo do pescoço.
Não agüentou, deu meia volta e interpelou o barbeiro:
- Sabe de uma coisa? – Eu não acredito que existam barbeiros!
- Como assim? Disse o barbeiro...
- Sim, se existissem barbeiros, não haveriam pessoas de cabelos e barbas compridas! Disse o homem...
O barbeiro respondeu:
- Ora, eles estão assim porque querem. Se desejassem mudar, viriam até mim e eu prontamente os atenderia.
- Pois bem!!! Respondeu o homem. Assim também é com Deus... Ele existe e está esperando para mudar a nossa vida...
Pastor: André Klein
Muito se fala sobre a existência ou não de Deus.
Talvez você seja uma pessoa que duvide da existência de Deus, ou que ainda não encontrou uma forte razão para crer nele.
Por isso, neste primeira mensagem, que a partir de hoje estará com vocês semanalmente, conto-lhes a história de um homem foi ao seu barbeiro.
E enquanto tinha seus cabelos cortados conversava com ele. Falava da vida e de Deus. Dai a pouco, o barbeiro incrédulo não agüentou e falou:
- Deixa disso, meu caro amigo, Deus não existe!
- Por quê você diz isto? Perguntou o homem.
E o barbeiro respondeu:
- Ora, se Deus existisse não haveria tantos miseráveis passando fome! Olhe em volta e veja quanta tristeza. É só andar pelas ruas e ver!
- Bem, esta é a sua maneira de pensar, não é? Disse o homem.
- Sim, claro! Replicou o barbeiro.
O freguês pagou o corte e foi saindo, quando avistou um maltrapilho imundo, com longos e feios cabelos, barba desgrenhada, suja, abaixo do pescoço.
Não agüentou, deu meia volta e interpelou o barbeiro:
- Sabe de uma coisa? – Eu não acredito que existam barbeiros!
- Como assim? Disse o barbeiro...
- Sim, se existissem barbeiros, não haveriam pessoas de cabelos e barbas compridas! Disse o homem...
O barbeiro respondeu:
- Ora, eles estão assim porque querem. Se desejassem mudar, viriam até mim e eu prontamente os atenderia.
- Pois bem!!! Respondeu o homem. Assim também é com Deus... Ele existe e está esperando para mudar a nossa vida...
Pastor: André Klein
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