domingo, 21 de setembro de 2008

Culto Crioulo

























































Dia 21 de setembro de 2008 foi realizado o primeiro Culto Crioulo da Congregação da Paz de Bagé. O culto contou com a presença de cerca de 90 pessoas.








Coral da Paz no Culto Crioulo

Neste culto foi cantada a música tardicionalista "Ceu, Sol, Sul..."












































sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Mensagem Semanal

Sou eu, o Senhor, quem está falando!

Um pequeno menino, aparentemente furioso, estava rodeando com seu triciclo várias vezes o quarteirão onde morava. Estranhando a atitude do garoto, um vizinho o parou e perguntou por que dava voltas e voltas sem parar. O menino respondeu que estava fugindo de casa. O vizinho, então, perguntou por que ele só dava voltas em torno do quarteirão onde morava. A resposta dele foi: "Porque o meu pai me disse que não tenho permissão para atravessar a rua".
A palavra de Deus anunciada pelo profeta Jeremias e que é a base para nossa devoção de hoje, nos remete à realidade do ser humano: mostra-nos quem somos e do que somos capazes. O texto relata a realidade de um povo que se afastou do verdadeiro Deus. Um povo indiferente aos seus conselhos, fugindo da sua presença, submetendo-se e oferecendo o seu amor a outros deuses. Mas da mesma forma, o texto nos mostra que o próprio Deus convida, chama todo o povo ao arrependimento. Em Jeremias, capítulo 3, versículo 12 Deus diz: “Ó Israel infiel, volte para mim. Sou eu, o Senhor, quem está falando. Sou bondoso e por isso não ficarei com raiva de você, não ficarei irado para sempre. Sou eu, o Senhor, quem está falando”. Além de chamar o povo, Deus ainda mostra ao seu povo que ele é bondoso e não vai ficar irado para sempre com eles. Ele é o verdadeiro Deus.
Nós muitas vezes também pensamos e fazemos como o povo de Israel. Queixamo-nos diante de Deus por ele não ligar para a situação difícil e até desesperadora em que vivemos. Quando, indiferentes aos conselhos de nosso Pai, "atravessamos a rua", fugindo de sua presença, submetemo-nos a tudo que o mundo oferece de mal sem contar com a proteção e as bênçãos que Deus tem preparado para os seus filhos. Esquecemos que o Senhor agiu na vida humana, fazendo com que seu único Filho Jesus Cristo, não tenha vindo como rei para ser servido, “mas para servir e dar a sua vida para salvar muita gente” (Mt 20.28).
Se você já atravessou a rua e se sente sem forças, atravesse de volta para abrigar-se em Deus. Ouça o chamado de Deus. Só assim você verá novamente a paz reinar e a alegria voltar ao seu coração.
“Procurem a ajuda de Deus enquanto podem achá-lo; orem ao SENHOR enquanto ele está perto” (Is 55.6)
“Todos os que pedirem a ajuda do Senhor serão salvos” (Rm10.13)
Pastor: André Klein

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Mensagem Semanal

Pai, eu pequei!
O evangelho de Lucas, no capítulo 15, nos relata uma das mais belas e emocionantes histórias da Bíblia: a do filho perdido! Fala de um pai que tinha dois filhos. O mais jovem, não satisfeito com a vida que levava, pediu a sua parte na herança e saiu pelo mundo para aproveitar a vida. “Pintou e bordou” até gastar toda a herança.
Quando caiu em si não tinha mais nada. Não tinha dinheiro. Os amigos dos bons tempos o abandonaram. Não tinha nem comida. Teve que procurar trabalho. A única coisa que achou para fazer foi cuidar de porcos numa fazenda. Isso era um serviço simples. Mas ele teve que se sujeitar para não passar fome. Aliás a comida que recebia era a mesma comida dada aos porcos. A que situação ele havia chegado! Quanta desgraça!
É nesse instante que ele lembra do seu pai, da fazenda, da boa vida que levava. Mas o que fazer? Voltar, agora, não seria a melhor solução. Será que o pai o receberia de volta apesar de tudo o que havia feito? Conforme o Evangelho de Lucas, capítulo 15, versículos 18 e 19 (NTLH), com profundo arrependimento ele resolveu voltar e dizer: “Pai, pequei contra Deus e contra o senhor e não mereço mais ser chamado de seu filho. Me aceite como um dos seus trabalhadores.” Ele queria apenas ser tratado como empregado. Não mais como filho. Afinal de contas, não merecia mais essa honra depois de tudo que havia feito.
Mas qual não é a sua surpresa quando ele volta e já de longe o pai o recebe de braços abertos, feliz da vida. Manda preparar uma grande festa porque o filho, que para ele já estava morto, agora estava de volta.
Essa história continua se repetindo. Existem muitas pessoas que vivem a sua vida como bem entendem. Fazem o que bem entendem. Não levam em conta a santa vontade de Deus. Acham que servir a Deus e viver de forma cristã é algo ultrapassado ou coisa para a terceira idade. Mas, de certa forma, todos se preocupam com o acerto de contas que deveremos fazer com Deus ao final da vida. Nessas horas o medo bate. O que fazer? Como resolver a situação?
Foi essa a sensação do filho perdido. No momento de desespero ele perguntou: “e agora! O que fazer?” Com humildade ele reconheceu os seus erros, voltou para a casa do pai e disse: “Pai, eu pequei!” E o Pai o perdoou!
Se a nossa consciência nos acusa diante de Deus e se ficamos com medo dele, não adianta fugir, não adianta pensar que não pecamos, não adianta apontar para as nossas boas obras. Devemos ser humildes e dizer: “Pai, eu pequei!” Deus estará pronto para nos receber de braços abertos e nos perdoar. Isso ele faz porque Jesus sofreu e morreu em nosso lugar.
Creia nisto, busque a Deus, pois o próprio Deus nos diz:
“Se você disser com a sua boca: ‘Jesus é meu Senhor’ e no seu coração crer que Deus ressuscitou Jesus, você será salvo” (Rm 10.9)
Pastor: André Klein

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Culto do dia 30 de agosto

Neste culto foi recebido por Profição de Fé o Senhor Luiz Fernando da Silva Hubuss e sua família, esposa Ana Paula da Silva dos Santos Hobuss e seu filhos Pabla Isadora Hobuss e João Vitor Hobuss. O culto contou com a a presença de 60 congregados e 19 visitantes.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Informativo




sábado, 30 de agosto de 2008

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Mensagem Semanal

Cercas ou pontes
Eram dois irmãos; irmãos para os bons e os maus momentos. Brincaram juntos na infância, freqüentaram a mesma escola, a mesma igreja e as mesmas festas. Namoraram e casaram com duas irmãs e se instalaram em fazendas vizinhas. Vieram os filhos e as duas famílias eram uma só família, as duas fazendas uma só fazenda. A harmonia era perfeita e as duas fazendas prosperaram. Símbolo da fartura e da bênção de Deus, um riacho unia as duas propriedades.
Um dia ocorreu uma desavença entre eles. Coisa insignificante. Mas não houve conserto e a amizade de tantos anos desapareceu, e com ela perdeu-se a alegria. Nada mais fazia sentido, senão o ódio recíproco entre os irmãos.
Passaram-se alguns anos e numa manhã, um carpinteiro bateu à porta do irmão mais velho com uma caixa de ferramentas na mão. Estava à procura de trabalho. O fazendeiro disse que tinha trabalho para muitos dias: “-Vê aquela fazenda além do riacho? É do meu vizinho. Ou melhor dizendo, do meu irmão mais novo. Brigamos e não mais posso suportá-lo. Vê aquela pilha de lenha e rolos de arame no celeiro? Quero que construa uma cerca bem alta ao longo do rio para que não mais precise vê-lo”.
Como precisava ir à cidade, o irmão mais velho deu instruções precisas ao carpinteiro sobre a direção e altura da cerca e partiu. Regressando à noitinha, lá estava o carpinteiro, em frente da casa. Havia terminado o trabalho. Vendo a obra do carpinteiro o fazendeiro encheu-se de raiva: “- Você é muito insolente! Mandei construir uma cerca e você edificou uma ponte...”
Estava ainda esbravejando contra o carpinteiro quando viu o irmão mais novo, sorridente, com os braços abertos atravessando a ponte e clamando: “-Mano, esperei tanto tempo por este dia…” E após um instante de constrangimento, os irmãos se abraçaram e as lágrimas que correram de seus olhos reduziram a pó o ressentimento de tantos anos. Depois vieram as esposas e os filhos. Emocionado, o irmão mais velho pediu ao carpinteiro, que estava partindo: “- Espere, fique conosco, fique para a festa da reconciliação”. Mas o carpinteiro esclareceu: “- Adoraria ficar, mas tenho muitas outras pontes para construir…”
Nosso mundo tem cercas demais e pontes de menos. Rupturas, desentendimentos, incompreensões… Ofensas tendem a se perpetuar entre irmãos, casais, amigos, comunidades, nações… E com o passar dos anos, a separação aumenta e novas cercas são construídas. E muitas vezes essas rupturas se tornam definitivas.
Não importa quem é o culpado, quem começou a desavença. É preciso que alguém tome a iniciativa de construir uma ponte. Quem? Seja você esta pessoa...
Oração: “Pai, perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores” (Mt 6.12)
“Amarás o teu próximo como a ti mesmo.” (Mt 22.39)
(Mensagem extraída do livro “Abrindo Caminhos” e adaptada pelo Pastor André Klein)

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Mensagem Semanal

A coragem vem de Deus

“Seja feita a tua vontade assim na terra como no céu”. Assim Jesus nos ensinou a orar na oração do Pai-Nosso. Esse modelo de oração também serve para nós, especialmente naqueles momentos em que queremos que a vontade de Deus seja igual à nossa vontade de ter “isso ou aquilo”.
O apóstolo João, acostumado a sofrimentos e perseguições, teve que mostrar sua coragem em muitos momentos, especialmente ao dar testemunho do seu Salvador. De onde ele tirava forças para enfrentar momentos difíceis? Qual era a origem da sua coragem? Ele responde isso na sua Primeira Carta, no capítulo 5, versículo 14: “Quando estamos na presença de Deus, temos coragem por causa do seguinte: se pedimos alguma coisa de acordo com a sua vontade, temos a certeza de que ele nos ouve”.
Ser ouvido é uma grande necessidade do ser humano e isso é muito mais que ter alguém disponível para ouvir nossos discursos. Ouvir verdadeiramente é prestar atenção naquilo que está sendo dito, concordando ou não. Com Deus nós podemos ter a certeza de que somos ouvidos. O Criador está sempre à nossa disposição para nos ouvir.
Isso não quer dizer que Deus concorda com tudo o que pedimos. Jesus, quando nos ensinou a orar, enfatizou: “seja feita a tua vontade”. Ele mesmo, ao orar no jardim do Getsêmani, horas antes de sua morte em meio a uma profunda angústia, se colocou debaixo da vontade de Deus.
Às vezes, a nossa vontade pode nos prejudicar. Uma criança quer brincar com uma tomada, com uma faca afiada, com uma tesoura pontuda. Essa é a sua vontade. Nós, como adultos, sabemos o que é mais seguro e adequado. Essa sabedoria é o que dá a coragem que descreve João de pedirmos a Deus o que realmente necessitamos. Ele, Deus, sabe o que faz.
Ele, que mandou seu próprio Filho para morrer por nós e nos salvar, jamais nos abandona. Com fé em Jesus podemos ter a certeza da nossa vida eterna e a coragem para enfrentar todos os problemas deste mundo. Sempre com a convicção de que nós somos “abençoados com a presença de Deus”.
“Mas você, quando orar, vá ateu quarto, feche a porta e ore a teu Pai, que não pode ser visto. E o teu Pai, que vê o que você faz em segredo, lhe dará a recompensa.” (Mt 6.6)

Pastor: André Klein